domingo, 10 de fevereiro de 2013

Sismo no Japão 2011





Sismo e tsunami de Sendai de 2011 foi um sismo de magnitude de 8,9 MW com epicentro ao largo da costa do Japão ocorrido às 05:46 UTC (14:46 no horário local) de 11 de março de 2011. O epicentro foi a 130 km da costa leste da península de Oshika, na região de Tohoku, com o hipocentro situado a uma profundidade de 24,4 km. O sismo atingiu o grau 7 — a magnitude máxima da escala de intensidade sísmica da Agência Meteorológica do Japão — ao norte da Prefeitura de Miyagi, grau 6 em outras prefeituras e 5 em Tóquio.
O sismo provocou alertas de tsunami e evacuações na linha costeira japonesa do Pacífico e em pelo menos 20 países, incluindo toda a costa do Pacífico da América do Norte e América do Sul. Provocou também ondas de tsunami de mais de 10 m de altura, que atingiram o Japão e diversos outros países. No Japão, as ondas percorreram mais de 10 km de terra.

Reflexão: Um sismo consiste na vibração das partículas dos materiais do globo terrestre originada pela libertação brusca de energia acumulada numa zona do interior da Terra, designada por foco ou hipocentro. Essa acumulação de energia resulta da deformação progressiva e elástica das rochas por efeito de enormes forças de tensão que se fazem sentir sobre elas, sobretudo nos limites das placas tectónicas.
Este acontecimento no Japao enquadra-se na parte da matéria de Geologia- Sismologia de 10º ano.

Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Sismo_e_tsunami_de_Tohoku_de_2011

Havai (Hot Spot)

A grande maioria dos sismos e das erupções vulcânicas ocorres nas fronteiras de placas. No entanto, há excepções, como é o caso do vulcanismo e sismicidade associada a pontos quentes (hotspots). O caso mais bem estudado de ponto quente é o das ilhas de Hawaii, totalmente de origem vulcânica, e que se localizam a mais de 3 200km da fronteira de placas mais próxima.
  os alinhamentos de ilhas vulcânicas não associadas a fronteiras de placas são explicados pela existência de zonas relativamente pequenas, persistentes e excepcionalmente quentes que existem sob a litosfera, e que por isso foram designadas por pontos quentes. São estes pontos quentes a fonte de calor e de vulcanismo continuado.
Pensa-se que as ilhas do arquipélago do Havai tiveram esta origem, encontrando-se neste momento a ilho do Havai sobre um desses pontos quentes. 
A placa pacífica, desloca-se sobre um ponto quente estacionário, no manto, localizado sob a actual posição da ilha do Havai. É este ponto quente que proporciona uma fonte persistente de magma, através da fusão parcial da parte da placa pacífica subjacente.Este magma, menos denso do que as rochas consolidadas adjacentes, ascende através da crusta constituindo vulcões activos, os quais formam montanhas submarinas que, posteriormente, devido a erupções sucessivas, emergem como ilhas.Á medida que um vulcão se extingue, começa a desenvolver-se outro sobre o ponto quente;este processo, funcionando continuadamente ao longo de milhões de anos, deu origem ao longo rosário de montanhas submarinas e ilhas vulcânicas do Havai e montanhas do Imperador.

Reflexão: Os vulcões situados no interior das placas litosféricas são provavelmente o resultado de plumas térmicas que provocam o sobreaquecimento de zonas localizadas por baixo da litosfera (pontos quentes ou hot spots), sobre as quais as placas se deslocam. O facto de as placas se deslocarem sobre esses pontos origina, ao longo do tempo, vulcões que, após a sua extinção, ficam alinhados na direção do movimento das mesmas. Um exemplo destes são as ilhas do arqupélago do Havai. 
Fonte:  http://w3.ualg.pt/~jdias/INTROCEAN/B/50_Hotspots.html

Etna

O Etna é um vulcão ativo situado na parte oriental da Sicília (Itália), entre as províncias de Messina e Catânia. É o mais alto vulcão da Europa e um dos mais altos do mundo, atingindo aproximadamente 3340 baza metros de altitude, variando devido às frequentes erupções.
Além de ser o vulcão mais alto da Europa, o Etna é também a mais alta montanha da Itália ao sul dos Alpes. A extensão total da base do vulcão é de 1190 km², com uma circunferência de 140 km, o que faz do Etna o maior vulcão da Itália e da Europa, superando em quase três vezes o tamanho do Vesúvio (vulcão).
É um dos vulcões mais ativos do mundo e está praticamente em constante erupção. Ocasionalmente, o Etna pode ser bastante destrutivo, mas, normalmente, as erupções não oferecem grande risco à população que vive nas localidades próximas.

A atividade vulcânica do Etna começou há aproximadamente quinhentos milhares de anos, com erupções sob a superfície marinha, ao largo da costa da Sicília. O vulcanismo começou a ocorrer há cerca de 300000 anos a sudoeste do cume que hoje o vulcão apresenta, para o qual se moveu há uns 170000 anos. As erupções de então começaram a construir o cone vulcânico principal, formando um estratovulcão em erupções efusivas e eruptivas alternadas. O crescimento da montanha foi ocasionalmente interrompido por erupções maiores que levaram ao colapso do cume para formar caldeiras.
Desde há cera de 35000 a 15000 anos o Etna tem experimentado algumas erupções altamente explosivas, gerando alguns fluxos piroclásticos importantes que deixaram extensos depósitos de ignimbrita. A cinza destas erupções já tem sido encontrada em lugares longínquos como Roma, a 800 km para norte do Etna.

Reflexão: O vulcão Etna reporta-nos para um tipo de vulcanismo misto , visto que há registo de erupções de caráter efusivo , e de caráter explosivo. Sendo , este um vulcão misto (erupções efusivas e mistas) , indica-nos uma série de informações á cerca do tipo de lava(lava intermédia, nem ácida nem viscosa) , a temperatura dos magma(média)s, a Viscosidade dos magmas(média), a sua origem (Profundidade média); a existência de formação de piroclastos(cinzas, lapílli e bombas) e a paisagem vulcânica ( neste caso apresentam-se cones bem definidos por camadas alternadas de lavas e material piroclástico).
O Vulcão Etna reporta-nos para a matéria dada em Geologia , a Vulcanologia. Esta é uma matéria bastante interessante, pois permite-nos conhecer uma diversidade de informações á cerca do interior do nosso planeta.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Etna

domingo, 9 de dezembro de 2012

Água do mar subiu sete centímetros nos últimos 20 anos


Nos últimos anos, a comunidade científica publicou pelo menos 29 estimativas diferentes sobre a quantidade de camadas de gelo que tem contribuído para a subida do nível do mar. Os resultados oscilavam entre 1,9 e os 0,2 milímetros anuais.
A nova estimativa, realizada por alguns dos mais prestigiados cientistas do clima e recentemente publicada na«Science», situa a contribuição da fusão do gelo da Gronelândia e Antárctida em 0,59 milímetros por ano, em média, desde 1992.
O estudo refere que os níveis globais do mar subiram 3,3 milímetros por ano durante esse período de tempo, o que faz com que o aumento seja de aproximadamente sete centímetros nas duas últimas décadas.
Andrew Shepherd, investigador da Universidade de Leeds (Reino Unido) e autor principal do estudo, referiu em videoconferência com jornalistas que estas estimativas de perda de gelo nas camadas continentais“são as mais fiáveis realizadas até agora”.
O investigador acrescenta que o estudo “acaba com 20 anos de incertezas acerca das alterações nas massas de gelo da Gronelândia e Antárctida”. Este registo pretende, também, servir de base de referência para estudos futuros.
Fonte:http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=56365&op=all
Reflexão:
Este estudo revela cada vez mais as consequências do aquecimento global, neste caso, o aumento do nível da água oceanos/mares como consequência do degelo dos glaciares. O aquecimento global ou Efeito de Estufa, cada vez mais se revela , sendo as suas consequências danosas para o equilibrio do ecossistema terrestre. Mais uma vez , penso que a população deveria ter mais em conta estes acontecimentos , e tentar de uma forma muito simples e básica não contribuir para o aquecimento global, com várias medidas no nosso dia-a-dia, nomeadamente:
O uso de recursos renováveis, como por exemplo, a utilização da energia solar na construção de painéis solares e assim não recorrer a ar condicionados que libertam CFC's para a atmosfera causando o Efeito de Estufa;
Diminuir o consumo de combustíveis fósseis;
Usar ao máximo a iluminação natural ;
Entre outros.

domingo, 4 de novembro de 2012

União Europeia reduziu emissões de gases com efeito de estufa em 2011


União Europeia reduziu emissões
de gases com efeito de estufa em 2011

Portugal manteve os mesmos níveis do ano anterior

2012-10-25
A maior parte dos países da UE estão em vias de cumprir os compromissos do Protocolo de Quioto
A maior parte dos países da UE estão em vias de cumprir os compromissos do Protocolo de Quioto

















As emissões de gases com efeito de estufa na União Europeia (UE) tiveram uma redução de 2,5 por cento em 2011, em comparação com a ano anterior. A crise económica e um Inverno com temperaturas moderadas, serão os factores que terão contribuído para o decréscimo.
No entanto, a nível global, foi registado um acréscimo de 1,5 por cento. Estas informações foram ontem publicadas num relatório da Agência Europeia do Meio Ambiente (European Environment Agency - EEA). Em 2010, as emissões tinham aumentado 2,4 por cento.
 Reino Unido registou o maior corte em termos absolutos, com uma redução de 36 milhões de toneladas de CO2 (6 por cento), à frente da França (24 milhões – 5 por cento) e a Alemanha (17 milhões, 2 por cento). Nove países membros emitiram mais gases entre 2010 e 2011. Aqui a Bulgária lidera, com 11 por cento. Portugal manteve os mesmos níveis do ano anterior.
Reflexão : Penso que Portugal , deveria mostrar que temos que combater o Fenómeno Aquecimento Global , contudo os resultados não o mostram. Deveríamos refletir todos um pouco sobre este grande problema, porque acho que em parte ainda não entenderam a gravidade da situação. Apesar de não fazermos parte dos grandes países do mundo a emitir gases com efeito de Estufa , vamos tentar ainda reduzir o mais possível porque se todos contribuírmos , melhor será a vida no futuro e igualmente no presente.

Alteração na temperatura dos oceanos vai afectar populações de fitoplâncton


Artigo publicado na «Science» refere que haverá 

uma queda de 40 por cento destes organismos

2012-10-26
Haverá um declínio na diversidade de fitoplâncton nas águas tropicais, dizem os investigadores
Haverá um declínio na diversidade de fitoplâncton nas águas tropicais, dizem os investigadores
O aquecimento futuro dos oceanos pode levar a uma drástica alteração das populações de fitoplâncton, o que poderá ter um grande impacto nas alterações climáticas. Num artigo publicado no mais recente número da «Science», investigadores da Universidade Estatal do Michigan (EUA) mostram que no final do século XXI, o aquecimento dos oceanos fará com que populações destes microorganismos cresçam junto aos pólos e diminuam nas águas equatoriais.

Aquecimento global intensifica potência de furacões

Centro Nacional para a Investigação Atmosférica(NCAR), dos EUA, revelou que o aumento da temperatura do planeta contribui para que um furacão como o Sandy veja sua força crescer em até dez por cento – o suficiente para ampliar os estragos em 60 por cento.

Segundo o Painel Intergovernamental de Alterações Climáticas (IPCC), existe uma relação provável entre as mudanças climáticas e os furacões. A organização prevê que estes fenómenos sejam cada vez mais intensos e comuns ao longo deste século XXI.



Reflexão: É um facto que o aquecimento global , tem vindo a ser consequência de várias catástrofes naturais. O fenómeno em questão é preocupante pois causa enormíssimas consequências, pondo em causa o equilíbrio dos ecossistemas. Consequências como : Subida do Nivel médio das Águas do Mar (Cheias/Inundações); Desflorestação; Extinção de espécies e muitas outras com um nível de gravidade bastante elevado . Penso que a população tem que agir , e fazer de alguma maneira com que o fenómeno reduza, há uma variedade de atitudes simples que podemos ter no nosso dia-a-dia que pode mudar um pouco. Neste caso o Aquecimento Global causou uma cheia/inundação visto que estas alterações climáticas relacionam-se com os furacões, e prevêm que estes fenómenos continuem e intenfiquem-se, o que é um problema que afeta a vida humana.